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Nova indústria sem chaminés

No Dia da Indústria brasileira, presidente do Cipel, Amadeu Fernandes, analisa o setor

25 de Maio de 2018 - 11h25 Corrigir A + A -

Por: Maria da Graça Marques
graca@diariopopular.com.br 

Tecnologia. O presidente Amadeu Fernandes avalia o momento local. (Foto: Carlos Queiroz - DP)

Tecnologia. O presidente Amadeu Fernandes avalia o momento local. (Foto: Carlos Queiroz - DP)

A indústria pelotense tem o que comemorar nesta sexta-feira (25), Dia da Indústria brasileira? Um novo momento em crescimento dá foco diferenciado para o setor secundário em Pelotas e na região.

Segundo o presidente do Centro das Indústrias de Pelotas (Cipel), Amadeu Fernandes, o aumento da produção para atender os setores de tecnologia da informação e saúde, muitas vezes unidos, veio diversificar a matriz econômica da região, anteriormente baseada apenas no agronegócio, carente de maior valor agregado.

Com este novo momento, é revertido também o quadro anterior, de não aproveitamento da mão de obra que as instituições formavam e migravam para outras regiões. “É uma indústria silenciosa que vem crescendo muito”, diz Fernandes, sobre o polo tecnológico em expansão em Pelotas.

Em 2015, os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB) da indústria pelotense representava 13,21% do total, muito abaixo do encontrado para comércio e serviços, mas acima do agropecuário.

Ao analisar o cenário da indústria brasileira, Fernandes não se mostra muito otimista diante do quadro de instabilidade gerado pelo ano eleitoral, que não incentiva os industriais a novos investimentos.


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